Focus: Mercado projeta IPCA próximo a 2% em 2020 e Selic menor em 2021

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O Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (14), a nova edição do Boletim Focus, com os analistas de mercado prossguindo com a elevação da projeção da inflação para perto de 2% no fim deste ano. Por outro lado, os economistas esperam uma Selic menor do que o projetado na semana passada para 2021. Além dsso, foi retomada os prognósticos de menor queda da atividade econômica este ano .

FOCUS

PIB

Ao contrário da semana passada, a projeção do PIB brasileiro avançou, mas se manteve sob uma queda intensa. A estimativa agora é uma retração de 5,11% do PIB em 2020, contra 5,31% da semana passada. Há quatro semanas, a projeção estava em -5,52%. Para 2021, a estimativa segue de crescimento em 3,50% e se manteve em 2,50% para 2022 e 2023.

Inflação

Os analistas elevaram a estimativa de 1,78% para 1,94%. Há quatro semanas, o mercado via uma inflação encerrando 2020 em 1,67%. A aposta para o fechamento do ano-calendário segue abaixo do centro da meta de 4,00% e abaixo do piso da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Houve a elevação marginal das estimativas de inflação para 2021 – horizonte da política monetária do Banco Central sob o sistema de metas de inflação -, com os analistas estimando o IPCA em 3,01%. A estimativa também fica abaixo do centro da meta de inflação estipulado para o ano que vem, de 3,75%.

Entre os cinco maiores acertos do Boletim, o chamado Top-5 de curto prazo, a previsão é de um IPCA no fim do ano, a 1,94%, acima do esperado na semana passada, que era de 1,71%, sendo que há 4 semanas era de 1,6%. Para 2021, o TOP-5 reduziu a previsão da inflação oficial em 3,01%, ante uma projeção de 3,02% na semana passada.

A inflação oficial do Brasil voltou a enfraquecer em agosto diante da pressão da queda nos preços de Educação, mas ainda registrou o maior nível para o mês em quatro anos diante da forte pressão da gasolina e dos alimentos.

Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,24% depois de subir 0,36% no mês anterior, informou na quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar de ter enfraquecido na comparação mensal, a leitura é a mais alta para o mês de agosto desde 2016, quando o IPCA subiu 0,44%.

Além disso, o avanço acumulado em 12 meses até agosto chegou a 2,44%, acima dos 2,31% de julho, aproximando-se do piso mínimo do intervalo para a meta de inflação neste ano de 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos — medida pelo IPCA.

Selic

Os analistas seguem esperando que a taxa Selic fique 2,00% em 2020, sem cortes adicionais pelo Copom. Já o TOP-5 reduziu sua projeção da Selic em 2020 para 1,88%, apostando um corte residual de 12 pontos-base pelo Copom na reunião de outubro.

Para 2021, os economistas voltaram a reduzir a projeção da Selic de 2,88% para 2,50%, e mantiveram a de 2022 em 4,50%. Em 2023, a estimativa da taxa básica de juros foi de 5,75% para 5,50%.

Já o TOP-5 manteve a previsão da Selic em 2,0% em 2021, e elevou de 4,25% para 4,50% em 2022 e 5,5% em 2023.

Dólar

Em relação ao dólar, as apostas de 2020 seguiram nesta semana apontando nova projeção de R$ 5,25 no fim do ano. Já o Top-5 reduziu sua projeção ao prever que o dólar feche 2020 a R$ 5,20, ante R$ 5,31 na semana passada. No ano que vem, as estimativas seguem em R$ 5,00, a mesma estimativa de quatro semanas atrás, enquanto o Top-5 reduziu sua projeção para R$ 4,80, ante R$ 4,98. Em 2022, as projeções se mantiveram em R$ 4,80as de 2023 subiu de R$ 4,85 para R$ 4,90, enquanto o Top-5 reduziu para R$ 4,50 em 2022 e em 2023.

Fontes: Informoney e FOCUS

 

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