Independente dos objetivos de vida, você já compreendeu que sem um planejamento das suas despesas será muito mais difícil executar planos mais audaciosos como comprar uma casa, fazer a viagem dos sonhos e inclusive planejar uma aposentadoria independente da remuneração do INSS, correto?

Felizmente investir tem sido um tema cada vez mais corriqueiro e acessível para a população, seja via bancos tradicionais ou corretoras independentes. Mas sempre fica aquela pergunta: como começar? Muitas vezes o iniciante fica de fato perdido em um mundo de ofertas de ativos, sendo que esta decisão deveria ser o último passo nessa caminhada. No texto de hoje vou te guiar por um caminho de planejamento intuitivo para iniciar.

  1. O que? Parece óbvio, mas para pensar em investir você precisa ter claro o que irá investir e essa origem é fonte do seu trabalho! É primordial que você compreenda sua renda, quais são suas despesas fixas e o quanto irá destinar sistematicamente para investir. Entenda que este valor deve ser como uma despesa fixa, como um boleto parte das suas contas. Tenha isso planejado e não apenas “quando sobrar”;
  2. Por quê? Ter um objetivo é a chave para ter a rotina de cumprir o item anterior. Se está investindo para viajar, pense que está pagando de forma antecipada. Se é para sua aposentadoria, entenda que está “pagando” para que seu futuro “eu” tenha uma vida mais confortável. Quanto mais claro o objetivo, mais fácil será dedicar-se para realizar de forma sistemática;
  3. Quanto? Diferentes rendas requerem diferentes cenários. Seria muito fácil eu dizer “separe 20% da sua renda para investir”, mas sem saber suas condições de vida isso seria utópico. Mais importante do que quanto você irá investir para cada objetivo traçado é realizar uma análise minuciosa das suas despesas atuais: o que é realmente importante? Que mudanças posso fazer para reduzir meus gastos? A partir disso, procure otimizar sua renda e com isso favorecer o quanto você pode destinar para seus investimentos. Obviamente que quanto mais destinar para investir, mais rapidamente conseguirá atingir suas metas. É aqui que está a maior parte do quanto você irá acumular para cada objetivo, muito mais do que a rentabilidade em si dos ativos financeiros que adquirir. Busque um equilíbrio entre sua satisfação pessoal de gastos hoje e para o seu futuro;
  4. Para quando? É necessário ter em mente quando pretende usar o montante acumulado. Não adianta para o mês que vem querer dobrar o capital aportado, investimento não é milagre. Não esqueça: a principal fonte de acúmulo virá do seu trabalho. Ter prazos condizentes com o quanto pode investir por mês alinhando com a rentabilidade dos ativos permitirá não sonhar com milagres no mundo dos investimentos;
  5. Onde? Eis o último ponto e que por vezes acaba sendo o mais angustiante para a maioria (que infelizmente tende a começar por ele, ignorando todo o planejamento anterior). Temos que ter em mente: se o prazo é curto, precisará tomar menos risco, consequentemente o retorno será menor. Logo, irá buscar por ativos que variam menos, que protegem teu capital e com alguma rentabilidade. Prazos maiores, permitem investimentos mais agressivos se seu perfil tolerar oscilações de mercado. Escolher ativos é sim uma tarefa complexa e que exigirá estudos, em um texto é impossível fazer essa orientação de forma coerente. Comece estudando as possibilidades e converse com especialistas de investimentos. Sua caminhada para investir não precisa ser solitária, a minha também não foi.

Lembre-se: não sonhe com rentabilidades milagrosas, entenda que a maior parte do seu patrimônio, principalmente ao começar a investir, será proveniente do seu trabalho.

Karol Weber

Analista de Investimentos CNPI-T 2413

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Karol Weber

Graduada em Fonoaudiologia, com Doutorado em andamento com ênfase em Saúde Pública. Iniciou seus investimentos em 2009, aprendendo na prática melhores estratégias para gestão de portfólio. É Analista CNPI Técnica no Dica de Hoje Research, responsável pela Carteira Plena que alia estratégias fundamentalistas e técnicas para operações de curto prazo. Também atua como Analista em um escritório de investimentos com ênfase na orientação de estratégias com opções.