Resumo do Dia: Em dia de B3 fechada, mercados internacionais e ADRs Brazil Titans cai 8,7%

Índice de ADRs Brazil Titans cai 8,7% nos EUA e sinaliza volta de feriado com muita volatilidade na B3

Em dia sem atividades na B3, papéis de empresas brasileiras negociados no exterior refletem forte mau humor dos investidores

O feriado de Corpus Christi, que manteve a B3 fechada nesta quinta-feira (11), foi de forte queda para os papéis de companhias brasileiras negociados nas bolsas norte-americanas.

Pesaram sobre o mal humor dos investidores o tom cauteloso do Federal Reserve sobre o desempenho da economia, as preocupações com uma possível segunda onda de Covid-19 nos EUA e o mergulho dos preços dos barris de petróleo.

Com isso, o índice de ADRs (sigla para American Depositary Receipts) Brazil Titans 20, que reúne os principais ativos brasileiros negociados em Wall Street, encerrou o dia em queda de 8,71%, a 14.384 pontos. O ETF EWZ iShares MSCI Brazil Capped, que replica o Ibovespa em dólar, recuou 7,84%, a US$ 29,29.

O movimento foi mais acentuado do que o observado em outros índices do mercado acionário – o que não ofusca o mergulho de 1.800 do Dow Jones (-6,90%) em seu pior pregão desde março – e pode sinalizar uma reabertura tumultuada do mercado brasileiro na sexta-feira.

As maiores quedas na carteira teórica do Brazil Titans 20 foram registradas por papéis do setor aéreo. Os ADRs de Gol e Azul fecharam em respectivas quedas de 18,59% e 21,75%. Também sofreram forte desvalorização os ADRs da CSN (13,48%) e da Gerdau (-11,30%).

Os papéis com maior peso no índice Brazil Titans 20 caíam mais de 4%. Vale (-6,99%), Itaú Unibanco (-7,84%), Bradesco (-8,37%) e Petrobras (-7,52%) respondem por pouco mais de 40% da carteira teórica.

Fonte: Investing

BOLSA EUROPA-Ações europeias recuam com projeções do Fed e medo de segunda onda de Covid

As ações na Europa tiveram o pior dia em mais de 11 semanas nesta quinta-feira, depois de sóbrias projeções econômicas do Fed que forçaram um choque de realidade e por preocupações sobre uma segunda onda de casos de coronavírus.

O índice pan-europeu STOXX 600 recuou 4,1%, no quarto dia consecutivo de perdas, com os papéis do setor automotivo liderando as baixas.

Fiat Chrysler perdeu 7,7% e a Peugeot PSA recuou 10% após notícia de que as montadoras enfrentarão uma longa investigação antitruste da União Europeia sobre seus planos de uma fusão de 50 bilhões de dólares.

STOXX 600 se distanciou ainda mais de máximas de três meses após o Fed ter indicado que uma recuperação econômica total demandará mais do que o simples relaxamento de medidas de isolamento adotadas contra o coronavírus, minando o otimismo que vinha impulsionando os mercados recentemente.

O banco central dos EUA também projetou uma contração de 6,5% na maior economia do mundo em 2020.

A possibilidade de uma nova alta nos casos de Covid-19 nos EUA também apagou esperanças de alívio nas medidas de isolamento, após análise da Reuters mostrar que infecções confirmadas cresceram após cinco semanas de queda, em parte devido à ampliação de testes.

Bolsa de NY despenca 7%, com temores de nova onda de covid-19

As bolsas de Nova York tiveram hoje o pior pregão em quase três meses, em meio a preocupações de que uma nova onda de coronavírus possa atrasar a já incerta recuperação da economia.

O índice Dow Jones encerrou em queda de 6,90%, a 25.128,17 pontos, o maior recuo percentual desde 16 de março. O S&P 500 cedeu 5,89%, a 3.002,10 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 5,27%, a 9.492,73 pontos. As perdas foram generalizadas, mas a ação da Boeing apareceu como destaque negativo, com tombo de 16,42%. Os bancos também registraram baixas consideráveis, com o Bank of America recuando 10,04%, o Citigroup caindo 13,37% e o Goldman Sachs desabando 9,08%

Fontes: Infomoney, Investing e Midiamax

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