Carteira Z: O Kapitalo Kappa voltou

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KAPITALO-KAPPA

CARTEIRA Z: O KAPITALO KAPPA VOLTOU

Nesta semana, as corretoras XP, ÓRAMA e EASYINVEST divulgaram aos quatro cantos que o fundo KAPITALO KAPPA, que estava fechado há 10 meses, foi reaberto para captações a partir do dia 15 de janeiro de 2018.

Você pode estar se perguntando: Se bons fundos atraem mais investidores e se mais cotistas geram mais receitas para os gestores, por que então eles fecham?

A questão é que, quando algum fundo atinge um patrimônio muito elevado, pode ficar mais difícil para o gestor continuar oferecendo boa rentabilidade para os atuais cotistas. Isso acontece porque, com mais ativos para ser administrado, o gestor perde a agilidade para entrar e sair de investimentos potencialmente lucrativos devido à liquidez não tão alta do mercado brasileiro. Esse foi o caso do Kapitalo, segundo comunicado da gestão.

Em outros casos, a decisão de fechar o fundo para captação pode ser uma estratégia comercial com intuito de superar um momento ruim do fundo: sabendo que se sair não poderá voltar, o investidor tende a ser mais flexível com o desempenho adverso do fundo. Como consequência, evita-se uma onda de saques que poderia prejudicar a estratégia utilizada pelo gestor.

Um fechamento do fundo também pode ser um passo necessário para que sua política de investimento seja efetivada, como no caso dos fundos de capital protegido. Para comprar e vender os derivativos que garantem a rentabilidade para o período proposto, o gestor do fundo tem que definir o tamanho dos ativos que ele irá administrar.

Ainda pode acontecer de um fundo ser obrigado a fechar para captações e resgates devido a um forte prejuízo que obrigue o gestor a reestruturar toda a sua carteira, com a aprovação dos cotistas. Nesse caso, nenhum investidor pode sacar ou aplicar mais recursos na carteira até que todos os problemas sejam resolvidos.

Mas então qual a posição da Carteira Z quanto ao fundo KAPITALO KAPPA?

Inicialmente, observamos que se trata de um fundo bem amplo, cuja política de investimentos permite alocação de recursos em ativos e derivativos financeiros nos mercados de valores mobiliário brasileiro e internacional, buscando oportunidades nos mercados de ações, juros, câmbio, títulos da dívida externa, índices de preços e derivativos referenciados em qualquer fator de risco. Ele poderá se utilizar, dentre outros, de mecanismos de hedge, de operações de arbitragem e de estratégias ativas com derivativos para alcançar seu objetivo. Os investimentos do Fundo serão realizados com base numa criteriosa análise fundamentalista associada à rigorosa monitoração e gestão de risco.

Pela sua abrangência é necessário que a gestão tenha um feeling de mercado apurado para que alcance resultados satisfatórios.

Vamos verificar como foi o aproveitamento do fundo desde o fim de 2010 até dezembro de 2017:

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Como se pode notar, tivemos uma rentabilidade absoluta de 137,30%, ou seja, se você tivesse aplicado R$ 10 mil reais no fundo em 2010, atualmente teria em torno de R$ 23.700 reais, com um risco (volatilidade) de 4,79.

 

Mas será que isso é bom?

Preparei uma análise interessante para os membros GOLD e para os Clientes Carteira Z, na qual comparo um fundo indicado por nossa carteira que possui mais consistência e melhores indicadores em nossa visão.

Você pode acessar a Carteira Z através desse link.

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Na Carteira Z, trazemos montagens de carteiras para cada perfil:

  • Para você que não tolera muitas oscilações ou períodos negativos e espera que seus rendimentos cresçam constantemente, temos a Carteira Z LIGHT (Média de rentabilidade em 2017 – 111% do CDI);
  • Se você tem uma pequena tolerância a risco, mas não abre mão da segurança, temos a Carteira Z PLUS (Média de rentabilidade em 2017 – 131% do CDI)
  • Para um perfil moderado, que aceita uma leve exposição em ações, montamos a Carteira Z MEDIUM (Média de rentabilidade em 2017 – 210% do CDI); e
  • Se você aceita oscilações e não tem problema em ousar investindo em produtos de renda variável, mas não abre mão de proteção, tendo foco no longo prazo, convido a conhecer a Carteira Z HARD (rendimento em 2017 – 624% do CDI, ou 230% acima do IBOVESPA)

A Carteira Z tem o compromisso de trazer informações a fim de que o investidor possa tomar suas decisões por conta própria e adequar sua carteira ao seu perfil de risco.

 

O Trabalho da Carteira Z está sendo realizado em parceria com o Dica de Hoje e, por isso, se você quiser aproveitar para acessar os relatórios de Fundos de Investimentos da Carteira Z e também as carteiras de ações do Dica de Hoje, clique aqui:

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Confira também Nesse artigo, onde falo sobre as recomendações da Rico.

Abraços e bons Investimentos,

Rafael Zattar

5 COMENTÁRIOS

  1. Fundos multimercados tem o come-cotas. Isso fica mascarado no gráfico da Vérios já que não leva em consideração o pagamento de IR. E considerando o tempo decorrido (7 anos), isso deve ter um bom peso na análise.
    Segundo a Vérios, a rentabilidade relativa foi de 122,80%. Já vi alguns CDBs com essa rentabilidade e muito menos volatilidade, já que seguem o CDI diretamente.

    • Obrigado pelo comentário.
      Um fundo precisa render em torno de 4% a mais (do CDI) para compensar o come cotas num período próximo a 10 anos. Tendo em vista que não existe CDB também tão longo, teríamos que resgatá-lo, pagar o i.r e reaplicarmos para que haja comparação.
      Vejo muita gente preferindo um CDB de um banco quase indo a falência que paga 116% do CDI a um fundo com pouca volatilidade que rende em torno de 130% do CDI.
      O preço do desconhecimento é alto.

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