A Copa do Mundo começa no domingo, dia 20 de novembro. Durante minha infância e adolescência, quando chegava nessa época, eu já estava participando de uns 5 bolões e “investia” uma parte do dinheiro do lanche que minha mãe me dava para apostar nos jogos.

Nesses bolões, eu já tinha que colocar a final que eu achava que a Copa teria, sem ao menos ter começado qualquer jogo. Tenho a lembrança que em 2010, coloquei que a Itália perderia a final para o Brasil. A Itália foi campeã da Copa de 2006 e na época eu tinha certeza de que aquele era um bom palpite, já que o Brasil sempre era competitivo nos jogos.

O problema é que a Itália não chegou nem perto da final e foi eliminada na fase de grupos em que estavam: Paraguai, Eslováquia e Nova Zelândia. E o Brasil foi eliminado nas quartas de final, ou seja, errei feio.

Mas a Itália fez vexame também, né?

Fazendo vexame ou não, bolão no futebol nunca foi meu forte. Quando terminava a copa, depois de perder em todos os bolões, eu sempre pensava na mesma coisa: “Nossa, eu poderia ter comido cinco lanches no McDonald’s com todo esse dinheiro perdido.”

Eu acho que aprendi um pouco a lição.

Apostar em qual vai ser a final ou em que vai ganhar a Copa do Mundo sem ela nem ter começado, tem uma chance muito baixa de você acertar. São 32 seleções disputando e, de uma forma grosseira, você tem pouco mais de 3% de chances de acertar o campeão.

Claro que tem seleções melhores que as outras, e o Brasil é melhor que o Qatar, por exemplo, mas isso não muda o fato de a probabilidade ainda ser baixa.

Os investimentos possuem alguma semelhança com esses bolões de apostas. Acertar a empresa que vai subir 100% daqui a um ano é muito difícil. Saber se o dólar estará mais próximo de R$ 4 ou de R$ 7 é tão difícil quanto.

Mas mais importante do que isso: muita gente ainda investe em um só país, só no Brasil.

E se nos investimentos o Brasil não passar da fase de grupos, ou seja, se tiver um retorno muito menor que os investimentos em outros países, o que você vai fazer?

Eu não sei se os investimentos no Brasil terão boa performance ou não, mas eu não apostaria todas as minhas fichas em um só local, seja ele qual for.

Por isso, não deixe isso acontecer, diversifique seus investimentos geograficamente.

No Dica Internacional nós temos empresas dos Estados Unidos, do Japão, do Canadá e até de Israel. Além disso, as empresas das nossas carteiras possuem operações em todas as regiões do mundo.

Como temos visto cada vez mais oportunidades lá fora, prolongamos a nossa Black Friday e você ainda pode assinar o Dica Internacional por 3 anos pagando apenas 2 anos. Clique aqui e aproveite.

Por fim, ao invés de eu juntar dinheiro para comer no McDonald’s, hoje eu gosto mais da ideia de investir no McDonald’s. Mas se bem que nesse caso eu prefiro o Burger King (se você entrar no Dica Internacional você vai entender o por quê).

Abraços e bons investimentos,

Raphael Rocha.

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Raphael Rocha

Meu nome é Raphael Rocha, tenho 24 anos e sou formado em Administração pelo Ibmec. Algumas de minhas paixões são viagens, leitura e o mercado financeiro. Invisto e ajudo as pessoas a investirem melhor desde os 20 e estou sempre em busca de conhecimento.