Fechamento de Junho: Trimestre em alta e semestre fechou em baixa

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Fechamento dados (Semestre/Junho)

PRIMEIRO SEMESTRE

– Ouro (BM&F): +52,97%
– Dólar Comercial: +35,56%
– CDI: +1,75%
– Poupança: +1,26%
– Fundos Imob. (IFIX): -12,25%
– Ações (Ibovespa): -17,80%

JUNHO

– Ações (Ibovespa): +8,76%
– Ouro (BM&F): +6,09%
– Fundos Imob. (IFIX): +5,59%
– Dólar Comercial: +1,87%
– CDI: +0,20%
– Poupança: +0,13%

Semestre

O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em queda nesta terça-feira (30), pressionada pelos papéis dos bancos. Com isso, o índice teve o pior resultado semestral desde 2015, ao cair 17,80% no acumulado do ano.

Por outo lado, a bolsa disparou 30,2% entre abril e junho, marcando o melhor desempenho trimestral desde 2003.

Recuperação no 2º trimestre

A queda de 17,80% da bolsa no ano refletiu as incertezas provocadas pela pandemia do novo coronavírus no início de 2020. No primeiro trimestre, a bolsa chegou a ter um tombo de quase 37%.

Porém, o índice começou a se recuperar no segundo trimestre, impulsionado pela ampla liquidez global decorrente, principalmente, de medidas de vários países para combater os impactos econômicos da pandemia, mas também pela queda da Selic a mínimas históricas.

Um dos destaques para a performance das ações brasileiras no trimestre foi o fluxo histórico de pessoas físicas para a renda variável, apesar da forte volatilidade com a pandemia e cenário político turbulento no Brasil. E o mês de junho também mostrava fluxo positivo de estrangeiros até o dia 26.

As 5 ações do Ibovespa que caíram mais de 50% no semestre – e as 7 que conseguiram subir mais de 20%

Fonte: Informoney e G1

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