Os contratos futuros do minério de ferro na Ásia despencaram nesta sexta-feira, pressionados pela decisão da China de reduzir a produção de aço –em linha com seu esforço de descarbonização– e pela redução na demanda doméstica pelo material de construção e manufatura.

Preocupações de oferta, porém, deram suporte aos preços do aço inoxidável, que registraram o maior ganho mensal desde que as negociações dos contratos tiveram início na bolsa de futuros de Xangai, em 2019.

O minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian fechou em queda de 8,1%, a 1.027 iuanes (158,95 dólares) por tonelada, com uma perda mensal de quase 8%, a mais acentuada desde fevereiro de 2020.

Já na bolsa de Cingapura, a matéria-prima siderúrgica despencava 7,7%, a 175,95 dólares a tonelada.

Na quinta-feira, o preço “spot” do minério de ferro foi negociado a menos de 200 dólares/tonelada pela primeira vez desde 28 de maio, conforme dados da consultoria SteelHome. Nesta sexta, o mercado “spot” apresentou forte queda de 12,50 dólares, atingindo 185 dólares por tonelada.

“Os preços caíram à medida que a demanda por minério de ferro enfraquece, diante da política da China de reduzir a produção de aço como forma de cortar emissões”, disse Vivek Dhar, analista de commodities do Commonwealth Bank of Australia.

Por outro lado, o vergalhão de aço negociado em Xangai avançou 1%, enquanto a bobina laminada a quente e o aço inoxidável dispararam 3,1%.

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