O que é volatilidade

A volatilidade é uma medida estática que mede o risco de um ativo, de acordo com a intensidade e frequência de sua oscilação de preço em um determinado período de tempo.

Por meio dela, é possível entender o histórico de um ativo, qual a probabilidade de ele subir ou cair, de acordo com o período de tempo preestabelecido, e qual será a estimativa de oscilação do seu preço no futuro.

Se o preço de um ativo for muito volátil, por exemplo, é sinal de que sua cotação, em relação às flutuações do mercado, oscila muito, tornando sua compra arriscada, mas, por outro lado, proporciona maior possibilidade de lucro no curtíssimo prazo.

O que é volatilidade e como ela se manifesta?

O que é volatilidade e como ela se manifesta?

Em linhas gerais, ela nada mais é do que uma medida do risco inerente aos mais variados tipos de investimento. Trata-se, portanto, do desvio padrão de retorno de ativos em um determinado período. Em virtude disso, conhecê-la permite fazer um real monitoramento da rentabilidade daquilo que você investiu.

No mercado financeiro, em específico, a lógica é a mesma, mas é possível dizer que sua relevância se torna ainda maior. Afinal, os ativos nesse cenário tendem a variar com uma maior frequência. Embora não seja uma regra, quem compra ações com alguma recorrência sabe da importância de acompanhar de perto as variações da bolsa.

Dessa forma, tenha em mente que ela não informa sobre o preço, mas sim sobre a variação do ativo. No entanto, é válido ressaltar que existem três tipos de volatilidade, sendo que cada um deles cumpre uma função diferente na tomada de decisões. Veja, logo abaixo, quais são.

Volatilidade implícita

Mede as variações no atual momento e, por isso, está sujeito às alterações que ocorrem durante o pregão. Quando colocada em perspectiva com a volatilidade histórica, ajuda a elaborar boas estimativas.

Volatilidade histórica

Como já sugere o próprio nome, ela serve para mensurar as mudanças que já ocorreram em uma ação. É possível, por meio dela, conhecer o comportamento do ativo nos últimos meses ou anos.

Volatilidade futura

Não é passível de mensurações concretas, apenas de estimativas prováveis. Assim, é suposta a partir das duas categorias anteriores e do estudo feito por especialistas na gestão de investimentos.

Volatilidade Implícita das opções

A opção pela volatilidade implícita (volatilidade histórica) foi, de longe, a que apresentou melhores resultados de aderência quando confrontada aos dados empíricos.

Parte-se da concepção de que os pregos de mercado das opções constituem as melhores peças de informação de que se dispõe na avaliação da volatilidade, admitindo-se por princípio que o mercado, na média, estima o preço corretamente, e leva em conta todo tipo de informação e expectativas em relação ao comportamento futuro do ativo – coisa que as volatilidades históricas não são capazes de fazer.

Para estimá-la, basta que se resolva o modelo escolhido para precificação para a volatilidade, considerando o preço de mercado da opção como dado. A qualidade da estimativa dependera, é claro, da adequação do modelo de precificação adotado ao tipo de opção utilizada. No caso deste trabalho optou-se pelo modelo de Black & Scholes. A solução do modelo para a volatilidade, contudo, só pode ser obtida numericamente, através de interações sucessivas, pois não é possível isolar s na equação que fornece o preço da opção.

Como funciona uma venda de volatilidade (venda de vol.)?

Para que fique mais claro o que é e como funciona a operação Borboleta de venda de vol, é importante que o investidor saiba como funciona uma venda de vol – ou seja, uma venda de volatilidade.

Explicamos: você vende volatilidade – venda de vol – quando espera que o mercado não se movimente tão fortemente, para cima ou para baixo, durante um determinado período de tempo.

Nesta operação, dependendo do ativo, da taxa de juros e da volatilidade de mercado, o range (faixa de volatilidade) oferecido ao investidor pode chegar a 20%, sendo 10% para cima e 10% para baixo – permitindo assim que haja uma movimentação de preços dentro desta faixa sem que a operação deixe sua zona de lucro.

Neste caso, o investidor consegue travar seu prejuízo máximo na operação e não corre um risco tão alto mesmo estando exposto ao possível cisne negro – que são acontecimentos inesperados que, quando ocorrem, tendem a impactar os investimentos, positiva ou negativamente.

Este risco é mais baixo neste tipo de operação justamente porque o investidor pode inserir um limitador para proteção da sua posição.

Mas o que é o Delta, afinal?

Se você não está familiarizado com alguns termos do mercado de opções e derivativos, talvez não entenda muito bem o significado do Delta.

Em uma definição bastante simples, o Delta de uma opção representa a mudança no preço da opção em relação à alteração no preço da ação-objeto.

Tendo esta definição em mente ficará muito mais fácil compreender a importância do Delta para qualquer operação, não é mesmo?

O que é Delta Hedge?

Delta Hedge é uma ferramenta disponível para o investidor ou trader que atua no mercado de opções e derivativos, permitindo a realização de alterações e ajustes em uma operação já iniciada quando esta mesma operação não está caminhando de acordo com o esperado.

Conclusão

Em suma, a Volatilidade sobe quando o mercado entra numa crise, quando aumentam as incertezas. E passa a cair dessa alta, quando lentamente os investidores voltam a se tornar confiantes e “racionais” – até que um novo pânico aconteça, derrubando os preços e elevando a Volatilidade a reboque.

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Marcelo Rabinovici

Meu nome é Marcelo Rabinovici, formei na PUC MG no ano de 2002, sou bacharel e licenciado em Geografia. Leciono há 20 anos e desenvolvi projetos na área do curso de Relações Internacionais. Há três anos conheci o canal "Dica de Hoje" e nesse período venho fazendo cursos de investimento em Educação Financeira. Meu papel nesse mundo de investimento é desenvolver Educação Financeira e ajudar quem está começando.