O cenário internacional tem sido um prato cheio para o pessimismo: tarifas sendo impostas e retiradas aparentemente sem muitos critérios técnicos, incertezas sobre o futuro fiscal dos EUA, tensões geopolíticas, entre outros tópicos que afastam o otimismo.
Ainda assim, enquanto a maior parte das manchetes refletem uma “terra arrasada”, o S&P 500, principal índice da bolsa americana, está prestes a renovar sua máxima histórica.
Desde o ponto mais baixo em abril, o índice já subiu quase 20%. Sim: mesmo com esse cenário desafiador, e realmente é, a Bolsa americana está subindo de novo. E muita gente nem percebeu.
A verdade é que, apesar do ruído, os preços seguem refletindo aquilo que realmente importa: os resultados das empresas.
O mercado de trabalho nos EUA continua forte, a inflação está mais sob controle do que parecia e boa parte das empresas entregando resultados convincentes.
É por isso que, mesmo com o ouro se valorizando, que é tradicionalmente um sinal de busca por segurança, as ações também continuam subindo. Podemos dizer que entre risco e proteção, os investidores estão escolhendo os dois.
Enquanto parte do público em geral permanece focado no ruído político e nos riscos macro, o mercado segue em frente e quem está posicionado em ações internacionais têm aproveitado esse momento.
No fim do dia, o mundo não vai ficar menos caótico, mas deixar de ficar posicionado nesses momentos pode fazer você “deixar dinheiro na mesa”.
Um grande exemplo disso são empresas Israelenses das nossas carteiras internacionais. Quando o Hamas atacou Israel, Israel revidou e a guerra continuou por meses, as companhias continuaram operando, ganharam mercado e seus resultados se expandiram. Como resultado, suas ações também se valorizaram.
O investidor que espera um cenário perfeito para investir provavelmente vai continuar esperando. Os mercados precificam riscos o tempo todo, e é justamente nos momentos de maior incerteza que surgem as melhores oportunidades, não porque o mundo está calmo, mas porque poucos estão olhando na direção certa.
Nós temos três assinaturas diferentes com exposição no mercado internacional, em que não só recomendamos as empresas, como também falamos do cenário macro e da importância de uma alocação estrutural.
Escolha a sua e venha com a gente nessa jornada. São elas: Dica Internacional, Renda Total e Carteira Plena.
Abraços e bons investimentos,
Raphael Rocha.
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